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Homilia do Bispo Emérito, Dom Décio Sossai Zandonade na missa que marcou abertura do ano jubilar.

por 17 de outubro de 2018
Homilia do Bispo Emérito, Dom Décio Sossai Zandonade na missa que marcou abertura do ano jubilar.

Estimado Dom Wladimir, nosso querido administrador apostólico

Querido amigo dom Vital, bispo de nossa Igreja Irmã de Marabá

Presbiteros, diáconos, seminaristas, religiosos e religiosas

Autoridades do executivo, legislativo e judiciário presentes

Queridos irmãos e irmãs em Cristo Jesus que aqui hoje representam toda nossa Diocese.

 

Abrimos, com esta solene liturgia eucarística, as celebrações do Jubileu de Prata da Diocese de Colatina. Aos 15 de julho de 1990 a Papa João Paulo II, hoje santo, criava uma nova Igreja particular com sede em Colatina e nomeava seu primeiro bispo na pessoa de Dom Geraldo Lyrio Rocha, hoje arcebispo de Mariana em Minas Gerais.

Jubileu.   Júbilo. Palavra que tenta  enfeixar, na alegria, a gratidão que invade nossos corações  quando, fazendo  uma parada, voltamos o olhar para trás e  contemplamos  a bondade e o carinho de Deus  ao longo destes 24 anos  de peregrinar evangelizador de  nossa Igreja Particular. Outras três palavras foram escolhidas para balizar toda a programação festiva até o encerramento  que acontecerá   aos 21 de novembro do próximo ano: festa de Nossa Senhora da Saúde, padroeira diocesana. São elas: contemplar, celebrar e reencantar.

Contemplar –    Desenrolar-se-ão sob nossos olhos as maravilhas que Deus fez por nós. “Misericordias Domini in aeternum cantabo. (Sl 89). “As maravilhas do Senhor cantarei eternamente”. Como em um grande iceberg descortinaremos  os pontos visíveis. Já são tantos: homens e mulheres que deram suas vidas por esta Igreja, mártires,  instituições, projetos de evangelização, pastorais, movimentos, serviços, paróquias, cedics, formação, presbíteros e diáconos, congregações, Mosteiro,  vocações, seminário, casa sacerdotal, cordis, iesis,serviços e servidores, Santuário Nossa Senhora da Saúde. É o que aparece e já nos causa tanta maravilha. Nosso olhar contemplativo, porém, deverá mergulhar no olhar de Deus, aquele que perscruta até o último recesso dos corações para tentar descobrir o imenso rio  de lágrimas, sacrifícios, entregas, orações, trabalho incansável, vidas simples e generosas, em fim um rio de água viva que alimentou e sustentou  a tessitura desta Igreja ,santa e pecadora. Contemplar agradecidos.” Sede agradecidos” nos diz São Paulo.

Celebrar– Ao longo da história da salvação narrada pela Biblia, as fortes experiências da presença salvadora  de Deus  se concretizaram em marcos e rituais que traziam para um presente celebrativo a certeza de que Deus jamais abandona seu povo. Assim  altares, templos,  sacrifícios, aspersões, louvores, salmos. Trazer para o hoje o que sempre foi e será: Deus caminho conosco. Teremos oportunidades variadas durante este ano jubilar de celebrar esta certeza: Ele está no meio de nós. As festas diocesanas, paroquiais, as festas nas comunidades, resgatando os feitos do passado,  proclamando a alegria de sermos amados por Deus e projetando  um futuro de ainda maior fidelidade . Celebrar a partilha e a comunhão. Celebrar, sobretudo, o perdão e a conversão.

Reencantar – Soa fortemente em nossos ouvidos e coração as palavras do Papa Francisco na Evangelii Gaudium: “Não se pode  perseverar numa evangelização cheia de ardor, se não se está convencido, por experiência própria, que não é a mesma coisa ter conhecido Jesus  ou não O conhecer, não é a mesma coisa caminhar com Ele ou caminhar tateando, não é a mesma coisa poder escutá-Lo  ou ignorar a sua Palavra, não é a mesma coisa poder contemplá-lo, adorá-lo, descansar n´Ele  ou não o poder fazer. Não é a mesma coisa procurar construir o mundo com o seu Evangelho em vez de fazê-lo  unicamente com a própria razão… O verdadeiro missionário, que não  deixa jamais de ser discípulo, sabe que Jesus caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária.”(EG 266).  Podemos ter perdido o encanto primeiro, a “mística”, como afirmamos  em nosso Projeto Diocesano. Não podemos deixar que nos aconteça  a reprovação que ouvimos hoje no Evangelho: “ E tu Cafarnaum  – poderia ser “E Tu,  Diocese de Colatina” –  acaso serás erguida até o céu?  Não! Serás jogada no inferno! Por que, se os milagres  que foram realizados no meio de ti vivessem sido feitos em Sodoma, ela existiria até hoje. No dia do juízo Sodoma  será tratada com menos dureza do que vós!”(Mt 11, 23-24).  Não, isto não acontece e não poderá jamais acontecer conosco. De fato, muitos milagres se realizaram no meio de nós nestes 24 anos. Não sejamos insensíveis. Aproveitemos este ano jubilar para reacender o fogo do amor por Jesus Cristo, por uma Igreja que sai,  que não tem medo de pisar na lama, não tem medo de ser acidentada pela ousadia de caminhar com seu povo.

A Copa do Mundo, vencida pela Alemanha, poderá se tornar um ícone. Gastaram eles 24 anos de investimentos sérios na formação de base  com planejamento detalhado, com persistência para chegar ao que chegaram. Tornaram-se campeões mundiais sem deixar a alegria, a disciplina, a inserção em culturas diferentes, sem perder a paixão pela própria pátria acolhendo o diferente.

Hoje nossa Igreja Particular de Colatina também  completa 24 anos de caminho evangelizador nesta região que abrange  17 municípios.  Procuramos escutar atentamente os sinais dos tempos, planejar cada passo tentando responder  aos desafios do momento em sintonia com as orientações do magistério petrino e da Igreja no Brasil. Foram 07 assembléias(o número 7 não nos agrada muito!) e agora podemos colher os frutos do que plantamos e  chegar ao ideal que sonhamos: “Ser uma igreja fortalecida na fé (mística)   samaritana e  dinâmica na sua missionariedade, ad intra e ad extra, com lideranças renovadas”. Este é o grande objetivo deste ano jubilar. Se nos dermos as mãos, se não ficarmos apenas em festas exteriores, se soubermos aproveitar este tempo de graça, chegaremos  à realização efetiva deste sonho.

Quais serão, então, os marcos, as “estelas” que marcarão nosso Jubileu? Creio que nos trabalhos da Comissão preparatória  ficaram claros os três monumentos de gratidão que queremos deixar  no final deste ano jubilar:

  1. Dinamismo missionário concretizado em uma parceria efetiva com a Igreja irmã de Marabá hoje aqui presente em seu bispo Dom Vidal
  2. Uma Igreja realmente  samaritana (com cheiro de povo, voltada para os pobres) – A diocese como um todo, e também cada paróquia e comunidade, buscará  concretizar algum projeto social  que traduza com clareza esta exigência evangélica de opção preferencial pelos pobres e  vida.
  3. Uma Igreja mística e apaixonada pela Palavra de Deus do jeito de Maria – concretizada visivelmente na conclusão do templo dedicado a  Nossa Senhora da Saúde em Ibiraçu, ícone de nossa  comunhão em  Cristo Jesus e da  fraternidade  diocesana.

Colocamos todo este ano jubilar nas mãos de nossa padroeira, Nossa Senhora da Sáude. Ela é a Mãe  da Igreja evangelizadora e, sem Ela, não podemos compreender o espírito da nova evangelização.

Com Maria vamos

contemplar, celebrar e reencantar.

E ser uma

Igreja missionaria e samaritana a serviço da vida.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 

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