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PARTILHA DA VIVÊNCIA VOCACIONAL DE IRMÃ NELMA, COORDENADORA DO MATER CHRISTI

por Carlos Daniel 21 de agosto de 202021 de agosto de 2020
PARTILHA DA VIVÊNCIA VOCACIONAL DE IRMÃ NELMA, COORDENADORA DO MATER CHRISTI

No contexto dos 30 anos de instalação da Diocese de Colatina e do mês vocacional, entrevistamos a Irmã Nelma Vertuoso, religiosa do Instituto das Filhas de Maria Imaculada que, atualmente, é coordenadora do Centro de Atendimento Materno Infantil – Mater Christi, unidade filial da Cáritas Diocesana de Colatina.

Conheçamos, a seguir, o bonito testemunho de Irmã Nelma!

 

Conte-nos um pouco sobre a história do Mater Christi e a sua relação com a história da Diocese de Colatina?

 15 de julho de 1990 – Instalação da Diocese de Colatina
03 de dezembro de 1998 – Fundação do Mater Christi

O Mater Christi surgiu a partir da sensibilização de um sacerdote da Diocese de Colatina que, ao perceber a presença de mulheres gestantes, residentes em outros municípios, virem até Colatina para darem a luz, sem nenhuma assistência, local para repousar ou até mesmo sem condições de retornar para casa, preocupou-se em construir um espaço para que elas pudessem repousar, antes e após o parto. Essa realidade tocou o coração do Pe. Ernandes Samuel Fantin que teve a inspiração de construir uma casa para acolher essas mulheres com os seus filhos. Depois de alguns anos desenvolvendo este acolhimento, houve melhorias no sistema de saúde; os atendimentos e acompanhamentos de pré-natal nas unidades de saúde tornaram-se mais acessíveis. E, aos poucos, fomos percebendo outra necessidade. A demanda por um trabalho de acolhimento e dedicação à infância que estava cada vez mais em situação de risco social e com os seus direitos básicos violados.

A relação da história do Mater Christi com a história da Diocese de Colatina é muito estreita. Podemos perceber que o Mater Christi foi pensado e gerado oito anos após a instalação da diocese. Esta entidade veio dar rosto e forma a uma das dimensões missionárias da Igreja que é a Caridade. Logo, o Mater Christi concretiza esta dimensão, por meio do acolhimento, cuidado e proteção aos pequeninos e fragilizados, prediletos do Reino de Deus.

 

Qual a missão do Centro de Atendimento Materno Infantil – Mater Christi?

A missão do Mater Christi está estreitamente relacionada com a missão da Diocese de Colatina que é a opção preferencial pelos pequeninos e empobrecidos.

Nós acolhemos, por determinação judicial, crianças e adolescentes gestantes ou com filhos que se encontram em situação de risco social grave, com a missão de cuidar integralmente deles, enquanto estiverem acolhidos.

 

Para a senhora, qual a importância deste projeto para a sociedade?

Acredito que o Mater Christi, há quase 22 anos em Colatina, desenvolvendo o acolhimento institucional, construiu um legado que é reconhecido por toda a sociedade, não só dentro de Colatina, mas até fora do país. O nosso reconhecimento vem dos próprios usuários do serviço e de suas famílias que, na maioria quase absoluta, tornam-se amigos da instituição. As crianças passam aqui momentos felizes e suas famílias, sejam biológicas ou adotivas, reconhecem e nos agradecem por todo o cuidado dado a elas.

Temos, também, o reconhecimento explícito da Vara Única da Infância e Juventude de Colatina, Ministério Público e outros atores da Rede de Proteção da Infância e Juventude de Colatina e do Estado do Espírito Santo, como a Corregedoria da Infância e Juventude do Espírito Santo. Já recebemos, inclusive, um título de boas práticas na Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo.

 

Fale-nos sobre os atendimentos feitos nesta entidade.

O atendimento é feito em uma casa normal, pois o período de acolhimento institucional deve ser vivido pela criança e pelas adolescentes, o mais próximo possível, de uma convivência saudável, em um ambiente acolhedor e afetuoso.

A partir do momento que a criança ou adolescente entra na instituição, o trabalho realizado é muito amplo, não se reduz somente ao cuidado (casa, comida e lugar pra dormir). O atendimento é completo; a instituição, com toda a sua equipe, cuida de todo o desenvolvimento da criança atendida. Na maioria das vezes, elas chegam muito machucadas, tanto fisicamente como psicologicamente, não necessitando apenas de cuidados físicos, mas também precisam de afeto, estimulação, de proteção, além dos cuidados especiais com profissionais da área da saúde como psicólogo, neurologista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, pediatras. Graças a Deus, já temos estabelecimento de parcerias voluntárias com todos esses profissionais. Assim, podemos realizar o acolhimento institucional com excelência e qualidade. As crianças e adolescentes saem do abrigo curadas, prontas para o ingresso na família, seja esta originária ou substituta.

 

Relate-nos, brevemente, sobre um atendimento que marcou a vida da senhora.

Eu tenho na memória quase todos os atendimentos ocorridos no Mater Christi. Cada criança recuperada, “restaurada” foi marcante na minha vida. Mas, para falar de uma muito especial, escolho um acolhimento que se encerrou no mês de maio passado. A criança foi encaminhada para esta casa no mês de fevereiro de 2019. Uma criança, de nome Heloísa, com um laudo de microcefalia severa. Este acolhimento, penso que foi muito marcante, não só para mim, mas também para toda a equipe. Era uma criança com necessidades muito especiais. Primeiro caso em nosso abrigo. Foi um desafio muito grande cuidar desta criança. Para ela, tudo tinha que ser diferenciado. Aprendemos muita coisa com ela. A Heloísa acabou se tornando a pupila dos nossos olhos. Todos nós aprendemos a entender as suas necessidades. Era uma grande alegria para toda a equipe, quando víamos os pequenos progressos sendo alcançados por ela, devido ao empenho e dedicação de todas nós.

Foi uma felicidade imensa quando recebemos a notícia de que ela seria adotada, pois este era o nosso maior desejo, que ela pudesse ter uma família onde todos os cuidados, o carinho e o amor fossem exclusivos, somente para ela. E assim aconteceu.

 

Diante do contexto de pandemia, como este projeto está sendo mantido? Vocês foram afetadas pelos efeitos da COVID-19?

Atualmente, nossas fontes de recurso são: parceria com o município de Marilândia, recursos próprios provenientes da Mitra Diocese de Colatina e doações de terceiros. Esta pandemia também nos trouxe muitas dificuldades, pois a maior parte das despesas são custeadas com recursos próprios, provenientes da igreja, ou seja, das ofertas e do dízimo. Não havendo missas e nenhum tipo de celebração, a Igreja deixou de arrecadar, afetando-nos diretamente. Neste período, além de todo o trabalho interno que temos no cuidado com as crianças, estamos também trabalhando na movimentação de campanhas de todo tipo, com o objetivo de arrecadar fundos para a manutenção do funcionamento da obra.

 

Como as pessoas e as instituições podem colaborar para que esta entidade continue a sua missão?

Fazendo as suas doações ou sendo um benfeitor permanente da obra. As doações podem ser feitas através de depósitos bancários, pelo PicPay ou por meio de produtos variados, necessários para o funcionamento da casa.

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