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“Cristão não seja preguiçoso; sirva até o fim”

por 17 de outubro de 2018
“Cristão não seja preguiçoso; sirva até o fim”

“Temos que lutar sempre contra as tentações que nos afastam do serviço ao próximo”, advertiu Francisco na homilia da manhã desta terça-feira, 11/11, na Casa Santa Marta. “Como Jesus, nós devemos servir sem pedir nada”, frisou, reiterando que “não podemos nos apropriar do serviço transformando-o numa estrutura de poder”.

Jesus fala da força da fé, mas logo explica que ela deve ser enquadrada no serviço. Baseando-se no Evangelho do dia, que fala do “servo inútil”, ele explicou o que significa ‘servir’ para um cristão. Ao citar a narrativa de Lucas sobre um servo que, depois de trabalhar todo o dia chega em casa e, ao invés de descansar, deve ainda servir o seu senhor, disse:

“Poderíamos aconselhar este servo a ir ao sindicato e pedir conselhos sobre o que fazer com um patrão assim, mas Jesus disse: ‘Não, o serviço é total, porque Ele fez caminho com sua atitude de serviço; Ele é o servo. Ele se apresenta como o servo, aquele que veio para servir e não para ser servido’: é o que diz, claramente. Assim, o Senhor mostra aos apóstolos o caminho daqueles que receberam a fé, a fé que faz milagres. Sim, esta fé fará milagres no caminho do serviço”.

“O cristão que recebe o dom da fé no Batismo e não leva este dom ao serviço torna-se um cristão sem força, sem fecundidade”, prosseguiu o Pontífice, que advertiu: “Ele acaba sendo um cristão para si mesmo, que serve somente a si; e sua vida fica triste, pois as coisas grandes do Senhor são ‘esquecidas’”.

Depois, o Papa lembrou que o Senhor nos disse que “o serviço é único”, que não se pode servir dois patrões: “ou Deus, ou as riquezas”. Prosseguindo, alertou que, às vezes, nos afastamos deste comportamento de serviço ‘por preguiça’. E ela, afirmou, “amorna o coração; a preguiça nos torna acomodados”.

“A preguiça nos distancia do serviço e nos leva à comodidade, ao egoísmo. Muitos cristãos são assim… são bons, vão à missa, mas o serviço até aqui… Mas quando eu digo serviço, eu quero dizer tudo: o serviço a Deus na adoração, na oração, no louvor; serviço ao próximo, quando devo fazê-lo; serviço até o fim, porque Jesus nisso é bom: “Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes foi ordenado, digam: Somos servos inúteis’. O serviço é gratuito, sem pedir nada em troca. ”

A outra possibilidade de ficar longe da atitude de serviço, acrescentou, “é um pouco ser o dono da situação”. Algo que, lembrou o Papa, “aconteceu com os discípulos, como os próprios apóstolos”: “Eles afastavam as pessoas para que não perturbassem Jesus, mas era para ser mais confortável para eles”. Os discípulos – prosseguiu – “tomavam posse do tempo do Senhor, tomavam posse do poder do Senhor: eles O queriam para o seu grupo”.

E então, disse ainda Francisco, “tomavam posse desta atitude de serviço, transformando-a em uma estrutura de poder”. Algo que se entende olhando para a discussão sobre quem era o maior entre Tiago e João. E a mãe, acrescentou Francisco, que “vai pedir ao Senhor que um de seus filhos seja o primeiro-ministro e outro ministro da economia, com todo o poder em suas mãos”. Isso acontece também hoje, quando “os cristãos se tornam patrões: patrões da fé, patrões do Reino, patrões da Salvação”. Isso, observou, “acontece, é uma tentação para todos os cristãos”. Em vez disso, “o Senhor nos fala de serviço: serviço na humildade”, “serviço na esperança, e esta é a alegria do serviço cristão”:

“Na vida temos que lutar muito contra as tentações que procuram nos distanciar desta atitude de serviço. A preguiça leva à comodidade: ao serviço pela metade; a tomar o controle da situação, e assim de servo tornar-se patrão, que leva à soberba, ao orgulho, a tratar mal as pessoas, de se sentir importante, porque eu sou cristão, eu tenho a salvação”, e tantas coisas assim. O Senhor nos dê essas duas grandes graças: a humildade no serviço, a fim de sermos capazes de dizer: ‘Somos servos inúteis – mas servos – até o fim’; e a esperança na espera da manifestação, quando o Senhor virá até nós”.

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