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Papa em S. Marta: a familiaridade com Jesus nos faz livres

por Assessoria de Comunicação 17 de outubro de 2018
Papa em S. Marta: a familiaridade com Jesus nos faz livres

O Papa Francisco celebrou na manhã desta terça-feira (26/09) a Missa na capela da Casa Santa Marta. Na sua homilia, falou do conceito de família, inspirando-se no Evangelho de Lucas proposto pela liturgia do dia.

Para Jesus, família são os que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática. No Evangelho, é o Senhor que chama “mãe”, “irmãos” e “família” os que o circundavam e o ouviam na pregação. E isso, observou o Papa, “faz pensar no conceito de familiaridade com Deus e com Jesus”, que é algo a mais em relação ao ser “discípulos” ou “amigos”; “não é uma atitude formal nem educada e muito menos diplomática”, afirmou o Papa.

E então “o que significa esta palavra que os padres espirituais na Igreja tanto usaram e nos ensinaram?”.

Antes de tudo, explicou Francisco, significa “entrar na casa de Jesus: entrar naquela atmosfera, viver aquela atmosfera, que está na casa de Jesus. Viver ali, contemplar, ser livres, ali. Porque os filhos são os livres, os que moram na casa do Senhor são os livres, os que têm familiaridade com Ele com os livres. Os outros, usando uma palavra da Bíblia, são os ‘filhos da escrava’, digamos assim, são cristãos, mas não ousam se aproximar, não ousam ter esta familiaridade com o Senhor, e sempre há uma distância que os separa do Senhor”.

Mas familiaridade com Jesus, como nos ensinam os grandes Santos, acrescentou o Papa, significa também “estar com Ele, olhá-Lo, ouvir a sua Palavra, tentar praticá-la, falar com Ele” .

E a palavra é oração, destacou Francisco: “aquela oração que se faz inclusive na rua: ‘Mas, Senhor o que acha?’ Esta é a familiaridade, não? Sempre. Os santos tinham isso. Santa Teresa, é bonito, porque diz que via o Senhor em todos os lugares, era familiar com o Senhor por todos os lados, mesmo entre as panelas na cozinha, era assim”.

Por fim, familiaridade é “permanecer” na presença de Jesus como Ele mesmo nos aconselha na Última Ceia ou como nos recorda o início do Evangelho, destacou Francisco, quando João indica: “este é o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo. E André e João foram atrás de Jesus” e, como está escrito, “permaneceram, ficaram com Ele todo o dia”.

Esta é, portanto, reiterou o Papa, a atitude de familiaridade, não aquela dos cristãos que, porém, mantêm distância de Jesus. E então Francisco pede a cada um: “vamos dar um passo nesta atitude de familiaridade com o Senhor. Aquele cristão, com problemas, que vai no autocarro, no metrô e interiormente fala com o Senhor ou pelo menos sabe que o Senhor o vê, lhe está próximo: esta é a familiaridade, é proximidade, é sentir-se da família de Jesus. Peçamos esta graça para todos nós, entender o que significa familiaridade com o Senhor. Que o Senhor nos conceda esta graça”.

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